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| Saudade , muita saudade, de chegar até às lágrimas, mas tristeza…não. |
Ocasião propícia pra meditação sobre a vida, da vida que ,inevitavelmente , culmina com a morte.
Lidamos, na verdade, com duas entidades insondáveis e indissociáveis: o milagre da vida e o mistério da morte. Embora devamos fazer tudo e de tudo, dentro do razoável, em prol da saúde, certamente nossa hora vai chegar.
Uma geração passa mas outra lhe sucede... E a vida continua.(A fila tem que andar).
E é, sem dúvida, fantástico, fantástico, esse show de viver...O Sol nasce... o Sol se põe...E renasce, todo dia, do mesmo oriente....Atinge o apogeu ao meio-dia...Depois declina para o ocidente de toda tarde...O vento se espalha ao redor, e cessa...Na natureza há sempre espaço aberto para o vento refazer seus circuitos e seus redemoinhos...O vento é que sabe mesmo rodar a baiana.
Todos os rios procuram o mar, e o mar nem por isso transborda...Os rios como que voltam à nascente de onde partiram e suas águas voltam a rolar... E a fonte renasce.
Não há nada de novo debaixo do Sol, mas os olhos não se cansam de ver nem os ouvidos de ouvir...há sempre lugares no mundo a visitar, músicas a ouvir, livros a ler, paisagens a contemplar, coisas a aprender, boas obras a praticar, orações a fazer, talentos a multiplicar.
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| Ao absorver essa realidade, largo minha bolsa, caio de joelhos e empalmo as mãos...Ali, ofereço ao universo uma fervorosa oração de agradecimento. |
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